Lançamento “Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia”
Rodrigo Capella fará o primeiro lançamento presencial do livro “Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia” (Clube de Autores, 157 páginas, R$ 30,35) no dia 05 de setembro, durante o Intercom Curitiba 2009, a partir das 19 horas, na Universidade Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300).
Capella irá ministrar também uma palestra com os principais resultados e estudos do livro, coordenado pela professora-doutora Marli dos Santos e resultado de uma tese homônima que o jornalista apresentou na PUC-SP em sua pós-graduação.
Lançamento Virtual - “Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia” teve lançamento virtual, em abril deste ano, com a presença de 90 pessoas.
Sobre o autor:
Rodrigo Capella é assessor de imprensa e escritor. Formado em jornalismo pela Umesp, Capella é pós-graduado em comunicação jornalística, com ênfase em jornalismo institucional, pela PUC-SP. Trabalha com Assessoria de Imprensa desde 2002 e tem experiência em ambiente corporativo (Ilumine Brasil e pharmexx Brasil), agência de publicidade (F/Meconi Comunicação) e entidade classista (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo). Atualmente, é assessor de imprensa da FirstCom Comunicação, onde atende, principalmente, clientes especializados em tecnologia. E-mail: contato@rodrigocapella.com.br
Ficha Técnica:
Título: Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia
Autor: Rodrigo Capella
Editora: Clube de Autores
Número de páginas: 157
Preço: R$ 30,35
Peso: 523 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4x0, laminação fosca ou brilho.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1x1, cadernos fresados e colados.
Formato: Médio (140x210mm), brochura sem orelhas.
Para comprar, acesse: http://clubedeautores.com.br/book/1281--Assessor_de_Imprensa
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Livro traça perfil ideal do assessor de imprensa
O assessor de imprensa ideal deve funcionar como uma extensão da redação, atendendo o jornalista sempre que este precisar. Para tanto, ele precisa conhecer o dia-a-dia dos veículos e saber, por exemplo, qual o melhor dia e horário para enviar uma sugestão de pauta. O assessor deve também passar as informações completas e corretas, pois o jornalista não tem muito tempo para checá-las. E por fim: não deve enviar jabás aos colegas de redação, não deve insistir na publicação de notícias e não deve recorrer à malandragem, ou seja, mentir para conseguir um espaço no jornal.
Essas são as principais conclusões do livro Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia (Clube de Autores, 157 páginas, R$ 30,35), de Rodrigo Capella.
Coordenado pela professora-doutora Marli dos Santos, o livro, que é resultado de uma tese homônima que o jornalista apresentou na PUC-SP em sua pós-graduação, traz um estudo, embasado em pesquisas e entrevistas com relações públicas, jornalistas, assessores de imprensa e estudiosos de comunicação, tais como Bernardo Kucinski, Inácio Araújo, Lauro Jardim, Luiz Zanin Oricchio, Manoel Carlos Chaparro, Nelson Blecher e Paulo Nassar, entre outros.
“Ainda continua atual a discussão que esta importante obra do Rodrigo Capella propõe: os limites no relacionamento entre assessores de imprensa e jornalistas. O autor aborda a fundo o tema: pesquisou a literatura disponível e foi a campo. Munido de gravador e muitas perguntas, ele travou contatos com experientes colegas de redação e de assessorias de imprensa, além de estudiosos sobre o assunto, para investigar até quando o trabalho de um pode ajudar no de outro, sem ultrapassar os limites éticos”, assinala Marli dos Santos,
“Neste livro, o autor revela, por exemplo, que algumas barreiras foram superadas, mas ainda há um bom caminho a percorrer, com a profissionalização e o respeito entre colegas. A contribuição de Assessor de imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia é justamente mostrar que jornalistas de redação e de assessoria devem transpor a barreira do balcão e caminhar lado a lado em favor da notícia e do interesse da sociedade”, finaliza Marli.
Sobre o autor:
Rodrigo Capella é assessor de imprensa e escritor. Formado em jornalismo pela Umesp, Capella é pós-graduado em comunicação jornalística, com ênfase em jornalismo institucional, pela PUC-SP. Trabalha com Assessoria de Imprensa desde 2002 e tem experiência em ambiente corporativo (Ilumine Brasil e pharmexx Brasil), agência de publicidade (F/Meconi Comunicação) e entidade classista (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo). Atualmente, é assessor de imprensa da FirstCom Comunicação, onde atende, principalmente, clientes especializados em tecnologia. E-mail: contato@rodrigocapella.com.br
Ficha Técnica:
Título: Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia
Autor: Rodrigo Capella
Editora: Clube de Autores
Número de páginas: 157
Preço: R$ 30,35
Peso: 523 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4x0, laminação fosca ou brilho.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1x1, cadernos fresados e colados.
Formato: Médio (140x210mm), brochura sem orelhas.
Para comprar, acesse: http://clubedeautores.com.br/book/1281--Assessor_de_Imprensa
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PR 2.0 e os novos influenciadores
Por Rodrigo Capella*
(texto publicado hoje, no Observatório da Imprensa)
Foi-se o tempo em que, no universo da internet, os assessores de comunicação tinham que apenas conversar com editores de sites e blogueiros. Com a massificação cada vez mais evidente das chamadas social medias, constituídas, principalmente, pelo Twitter, Facebook, blogs, Listal, Delicious, Orkut, You Tube e MySpace, os comunicadores precisam, a todo instante, entrar em contato com os usuários dessas ferramentas, que podem ser chamados de novos influenciadores.
Recebem essa denominação porque constituem um grupo seleto de formadores de opinião, que tem credibilidade natural para transmitir conteúdo e informações a seus seguidores do Twitter ou frequentadores de blogs, por exemplo.
Essa credibilidade acentuada pode ser caracterizada como um poder de persuasão valioso, consolidando ou modificando um hábito de consumo de terceiros. É nesse universo que o assessor de imprensa precisa se concentrar. Uma mensagem positiva e inteligente propagada por um desses influenciadores pode gerar resultados positivos imensuráveis, muito mais sólidos do que os apresentados pela traditional media.
O alto crescimento das mídias sociais denuncia isso. De acordo com dados divulgados pelo Ibope, o Orkut tem mais de 17 milhões de usuários no Brasil. Ou seja, 70% dos internautas utilizam essa ferramenta, enquanto o Twitter conquistou apenas 3,9% dos usuários de internet. Parece pouco, mas esse microblog já cresceu mais de 250% em nosso país, passando, por exemplo, de 255 mil acessos únicos no primeiro mês deste ano para 999 mil em abril.
Processos e software
De olho nesse universo que cresce a cada ano, as assessorias de comunicação desenvolvem processos e softwares específicos para identificar e se comunicar com os novos influenciadores. A Ketchum Estratégia, por exemplo, desenvolveu o IRM para agregar e potencializar os processos de PR da agência.
O projeto é uma clara evolução do conceito de CRM (customer relationship management), que pode ser definido como uma abordagem que coloca o cliente no centro do desenho dos processos do negócio. Na prática, as aplicações de CRM transformam os dados recolhidos em informação que permite compreender melhor o perfil do cliente e traçar as estratégias necessárias para atender as suas necessidades.
Se o CRM tivesse como alvo os novos influenciadores, teríamos um bom resultado. Melhor, então, quando temos um programa específico, o IRM, cujos processos podem custar de R$ 100 mil a R$ 200 mil, dependendo dos parâmetros e metas. Para uma empresa alimentícia, a Ketchum traçou estratégias utilizando esse novo modelo. A meta era criar ações para que a aveia fosse mencionada pelos novos influenciadores como um importante alimento funcional.
Estranho? Confesso que até parece. Mas, perfeitamente normal. Quando se agrega determinadas características, a marca ganha credibilidade e consolida sua identidade. Nesse contexto, como disse mais de uma vez Jaqueline Nogueira, diretora da Ketchum, o céu é o limite, os influenciadores podem ser os mais diversos e os ambientes pesquisados podem estar em qualquer canto da internet ou até fora dela.
Blogs e ações específicas
Nessas ações tecnológicas, os blogs não podem ser esquecidos, já que muitos influenciadores ainda utilizam essa ferramenta. Um post positivo pode consolidar todo o sucesso da ação. Com expertise nessa sistemática, a americana Ogilvy PR desenvolveu um case interessante para uma montadora automotiva. Selecionou quarenta blogueiros e trocou o carro deles, oferecendo uma experiência de uso de um novo produto, que seria lançado em breve. Em troca, solicitou apenas que fizessem um vídeo, avaliando o automóvel e suas características.
Como resultado, a agência conseguiu o engajamento da maioria dos blogueiros, que fez vídeos positivos, ressaltando determinadas particularidades. Um outro sistema desenvolvido pela agência também tem virado referência. Neste processo, a Ogilvy seleciona 100 influenciadores e dá a eles o direto de experimentar determinado produto antes que ele seja lançado e ainda oferece a chance de cada um convidar mais quatro "degustadores".
Esses quinhentos influenciadores espalham, normalmente, a notícia para dez mil. E, dessa forma, a notícia é propagada com persuasão. Para mensurar essas ações, a agência criou um modelo, que consiste em uma pirâmide, de ponta cabeça. Na base, sensibilização, seguida pela avaliação, engajamento, diálogo e lealdade.
Na maioria das ações, 70% das respostas têm se mostrado positivas e neutras, contra apenas 30% negativas. Um bom resultado se considerarmos que a prática segue em frequente evolução e aprimoramento.
Com a possibilidade de realizar ações deste tipo com cada vez mais frequência, as agências de comunicação precisam se policiar e analisar a real necessidade dessas práticas. Comunicar o quê? Para quê? Para quem? Essas questões devem, a todo instante, permear o trabalho dos comunicadores, ainda mais em tempos de mídias sociais. É conhecer as regras desse jogo ou fazer parte do passado!
(*) Assessor de imprensa desde 2002, formado em Jornalismo pela Umesp, pós-graduado em jornalismo institucional pela PUC-SP, autor de Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia
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